quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Lançamento e recepção

"Touch Me I'm Sick" foi lançado em 1 de agosto de 1988 como vinil de 7 polegadas e foi o début do Mudhoney. Inicialmente, a Sub Pop lançou 800 cópias em vinil marrom-café, 200 cópias em vinil preto e algumas variadas cópias do single em vinil colorido,[14] cujos números de lançamento limitados foram inspirados por outro selo indie, a Amphetamine Reptile. Os donos da Sub Pop, Bruce Pavitt e Jonathan Poneman, argumentaram que o estoque limitado aumentaria a demanda, e utilizaram diferentes cores de vinil a fim de racionar mais edições limitadas e ampliar a atração do single como item de colecionador.[14] O disco, que saiu em um saco de papel branco sem uma capa, tinha uma inscrição no A-side: "O que a palavra 'crack' significa para você?". O adesivo do B-side mostrava a figura da privada que mais tarde se tornaria a arte de capa da segunda edição do single.[15]

Segundo Pavitt, "Era apenas uma edição limitada, talvez 800 cópias, mas pessoas de todos os Estados Unidos começaram a ficar alucinados com isso. Pessoas que nós realmente respeitávamos".[16] O single era um sucesso indie em Seattle, e "Touch Me I'm Sick" se tornou a canção mais conhecida do Mudhoney.[1] Quando perguntado em uma entrevista sobre os números de vendas do single, Turner respondeu, "A primeira [edição vendeu] 1.000, depois 3.000 da re-edição, então ficou fora de catálogo por um tempo; depois eles fizeram mais 2.000 e essas provavelmente já foram".[17] O sucesso do single pegou a banda de surpresa; Arm inicialmente havia repudiado a canção como um "B-side às pressas".[9] "Touch Me I'm Sick" e o B-side "Sweet Young Thing Ain't Sweet No More" foram depois incluídos nas compilações da banda, Superfuzz Bigmuff Plus Early Singles (1990) e March to Fuzz (2000).

Festa anunciada na web

termina em casa destruída

No último sábado, a festa de aniversário de 16 anos de uma jovem britânica terminou na quase destruição da casa de seus pais, uma residência luxuosa com valor estimado em um milhão de libras (equivalente a R$ 3,6 milhões). A confusão começou quando 400 adolescentes, que haviam descoberto a festa pela rede social Facebook, invadiram a casa.

A aniversariante Georgina Hobday havia planejado uma grande festa, e convidou cerca de 100 amigos. Por meio do Facebook e mensagens de texto, a notícia se espalhou, chegando até o grupo que costuma se identificar como Facebook Republican Army, e tem por hábito vasculhar redes sociais em busca de festas particulares para invadir, noticiou o jornal britânico Daily Mail.

Bêbados, os jovens invasores logo transformaram a grama do jardim em uma grande poça de lama e começaram a escalar a fachada da casa de luxo. Móveis e cortinas foram queimados com cigarros, espelhos foram quebrados, plantas arrancadas de vasos e terra jogada sobre tapetes. Garrafas de cerveja e vodka espalhadas por tudo completavam a cena.

Foi preciso um total de 12 viaturas de polícia, segundo o Daily Mail, para dispersar a multidão.


NOTA DO EDITOR: Sem comentários...

sábado, 15 de novembro de 2008

Fãs do grupo RBD estão acampados na fila do show desde setembro

Que alguns fãs são capazes de passar a noite numa fila de ingresso, os episódios da Madonna já confirmaram que sim. Mas alguém imagina que, desde setembro, jovens de São Paulo dão plantão na rua para um evento que vai rolar só dia 29 de novembro?

Pois os motoristas que andam pela movimentada região da zona norte da capital já perceberam que isso também é possível.

É que em pleno canteiro da ponte da Casa Verde, com o barulho e a poluição das centenas de caminhões que passam ali, cerca de vinte apaixonados pelo grupo mexicano RBD se revezam em cobertores e barracas para garantir o melhor lugar na fila do Anhembi, onde acontecerá o derradeiro show do RBD, antes do grupo se desmachar no fim deste ano.

“À noite a gente tem turnos para dormir aqui e cuidar das barracas. Semana retrasada uns mendigos roubaram coisas nossas”, conta Rafaela Patrocínio, que tem 15 anos e aparece escondido dos pais nas reuniões com os colegas. Ela diz que finge ir à escola, mas quase sempre muda o caminho porque já passou de ano.

FAMÍLIA MORUMBI

Cássio Mesquita, 17, também é da “Família Morumbi”. Esse é o nome da turma que anda por ali porque, no mês retrasado, o primeiro acampamento era próximo do estádio Morumbi, na zona oeste. Enquanto a produção do RBD não confirmava se o show aconteceria no estádio do São Paulo, do Palmeiras ou na casa Via Funchal, os fãs mudaram para cada um dos prováveis locais até chegar ao Anhembi.

Cássio comprou ingressos dos mais caros para os espetáculos no Rio de Janeiro, Porto Alegre e Brasília: “Estou usando o cartão da minha poupança, mas minha mãe não sabe”. Igual a situação da maioria dos que estão ali, são poucos os parentes que estão a par do acampamento. Bárbara Camboim, 19 anos, é exceção: “Minha mãe sabe que estou aqui e me chama de louca, mas eu não ligo. Ela não sabe como é ser fã”.

Os carros que cruzam a região também não sabem como é ser fanático. É frequente que os motoristas passem gritando para os jovens que eles são “vagabundos” e “desocupados”. Roberta Vilarinho, que tem 24 anos e organiza o grupo, recolhe dinheiro para comprar mantimentos e monta as barracas, diz que essas pessoas não têm razão. Ela mesma estuda de manhã e trabalha à noite com atendimento telefônico. Ainda assim, dorme na Marginal a cada dois ou três dias: “São bem poucas pessoas que ficam aqui à noite. No final de semana é que enche e tem a chamada”.

LINHA DURA

A “chamada” é a lista que circula no domingo para todos os presentes assinarem. Quem não comparece perde o direito de ficar na fila. Carla Fernandes, 15 anos, não apareceu numa das semanas, mas avisou antes e ficou perdoada.

A preocupação com o lugar na fila é tão forte quanto a vontade deles de encontrar os artistas que interpretam estudantes de um colégio rico na novela Rebelde. Em 2006, quando Anahí (a atriz principal) e seu quinteto estiveram em São Paulo para uma tarde de autógrafos, o tumulto foi tão grande que três pessoas morreram pisoteadas no estacionamento do Extra Supermercados.

Para tranqüilizar os ânimos dos amigos, Roberta diz que conhece bem toda a equipe de segurança do Anhembi e da subprefeitura da região; apesar de se recusar a dar os nomes dos funcionários.

É bom que ela esteja certa. Por enquanto, o acampamento RBD - que foi expulso pelo Anhembi da frente dos portões do complexo – está um quilômetro longe do palco onde o grupo se apresentará. Além do mais, sequer os portões que receberão o numeroso público foi divulgado.

Velhinha vira rapper aos 93 anos e faz sucesso com vídeo no YouTube

Os rappers com cara de maus que se cuidem. Greta Segerson, de 93 anos ganhou o mundo com seu vídeo divulgado no YouTube, cantando rap. A velhinha sueca fez sua própria versão de uma música de marinheiros, Jolly Bob fran Aberdeen, e se apresentou em sua cidade natal, Gotemburgo.

Há dois anos, Greta foi a uma festa de aposentados e disse que só sabia cantar rap para escapar do mico, mas não adiantou. "Foi um erro, porque disseram sim”, disse ao jornal Expressen. Seu vídeo no YouTube recebeu quase 30 mil visitas nas duas primeiras semanas.

Greta virou sucesso e tem se apresentado com seu hit único em festas de aniversário, inaugurações de asilos, e em uma cerimônia no teatro municipal de Gotemburgo. "Estou um pouco cansada e cheia de 'Jolly Bob'. Vou fazer 94 anos, portanto, é hora de parar. Na verdade, não acho que seja tão divertido estar sobre um palco, mas é claro que gosto que as pessoas fiquem felizes em me ver", declarou.

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Refrigerantes na faixa graças ao Guns n'Roses


Com o lançamento de Chinese Democracy, do Guns N' Roses, a empresa de refrigerantes Dr. Pepper se vê obrigada a cumprir a promessa que fez há alguns meses.

Com os boatos sobre o lançamento do famigerado álbum crescendo, a cética empresa prometeu dar um refrigerante para cada americano caso Chinese Democracy chegasse mesmo às lojas.

"Nós nunca pensamos que esse dia chegaria." Declarou Tony Jacobs, vice-presidente de marketing da companhia.

Agora que o impensado dia chegou, a empresa prepara a estratégia de distribuição de latas, que a princípio será feita através de cupons de prêmio.

A idéia é que os interessado acesse o site da marca e imprima um cupon limitado que valerá por 24 horas e poderá ser trocado em qualquer revendedor dos produtos.

Um cálculo aproximado aponta que, caso 300 milhões de latas sejam doadas para os 300 milhões de americanos, a Dr. Pepper terá de desembolsar cerca de US$165 milhões.

"Para ser honesto, quando eu vi, achei que fosse uma aposta segura." Disse o executivo Patrick West. "Eu acredito que eles vão ter um retorno saudável, em termos de números. Mas foi um risco que a empresa aceitou correr, baseado no preço de seus produtos."

Uma lata de refrigerantes da empresa custa entre 55 centavos e 80 centavos de dólar.

História da Dance Music

Nos últimos anos, uma nova vertente da música eletrônica vem ganhando cada vez mais adeptos. O estilo “Vocal” une o som das pick-ups dos DJs com a melodia das vozes de cantores. Não é uma idéia nova, mas está ganhando força em todos estilos da e-music, principalmente no Dance tocado nas principais casas noturnas do mundo inteiro. Quem nunca ouviu falar de Lasgo, Astronile, Dee Dee, Ian Van Dahl, Orion Too ou Gigi D’Agostino?
No início do Techno, em meados dos anos 80, o som era determinado basicamente por samplers e efeitos, criando ritmos longos e repetitivos que não contavam com qualquer tipo de voz humana. Mais tarde, foram adicionadas algumas palavras e frases, apenas por rápidos segundos. Porém, esses pequenos trechos falados tinham importância imensa na base musical das produções.
O House foi o precursor do vocal na música eletrônica. Esse estilo foi iniciado nos anos 80, com DJs de Chicago e Nova York que começaram a fundir os vozeirões do disco e do soul com sons eletrônicos baseados em acordes de piano e linhas movimentadas de baixo.
Nos anos 90, o som eletrônico já estava impresso na sociedade urbana e contava com um público que abrangia muito mais do que os guetos e os clubes underground. Essa época é considerada o auge da e-music, com as melhores produções e hinos do cenário. Foi também nessa época que o Dance começou a se disseminar, ganhando lugar nas rádios de todo o mundo. Um dos responsáveis por esse sucesso foi Todd Terry, que se utilizava de sonoridades antigas como o Disco e o Break e reformulava o som, formando o Dance. Todd usou vozes conhecidas, trabalhando com cantoras como Martha Wash, Jocelyn Brown e Shannon. O Dance foi amplamente disseminado como uma música comercial e agradável tanto para ser dançada quanto ouvida, bem diferente do Techno dos anos 80, agressivo e barulhento.
A partir de 1995 surgiram autores como Culture Beat, Gala, Molella, Nick French, Whigfield e Surama K que fizeram o que é conhecido atualmente como Flashback, o “Dance do Passado”. Nessa época a canção já era utilizada como nas produções comerciais atuais, usando o vocal com refrões marcantes e extensos para complementar o som principal. Logo depois, a utilização do vocal já fazia parte de inúmeros estilos e movimentos musicais que foram sendo criados - Trance, Hardstyle, Deep, Progressive, Drum n’ Bass, entre outros.
O comercial faz enorme sucesso por seu tom vibrante e fácil de ouvir. É muito tocado nas casas noturnas e rádios, invadindo os charts mundiais e caindo no gosto da galera. Atualmente existem diversas classificações que determinam as vertentes do estilo, todas similares entre si: hi-nrg, ítalo, dance e eurobeat
Alguns adoram, outros detestam. O fato é que a Dance Music forma opiniões e ajuda a divulgar a música eletrônica, fazendo com que as pessoas aceitem as tendências da nova geração.

terça-feira, 21 de outubro de 2008

Música do Bee Gees ajuda a salvar vidas


Um dos maiores sucessos do grupo Bee Gees, "Stayin' Alive", música tema do filme "Os Embalos de Sábado à Noite", pode ajudar a salvar vidas, informou a rede britânica BBC.

De acordo com um estudo feito pela Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, a música auxilia os médicos na realização da ressuscitação cardiopulmonar (CPR), utilizada em pacientes com paradas cardiorespiratórias.

Parece estranho, mas não é. O número de batidas por minuto é essencial para a boa realização do procedimento. A canção do grupo britânico tem 103 batidas por minuto, e os médicos recomendam que CPR seja realizado com um ritmo de 100 batidas por minuto.

O estudo, feito com dez médicos e cinco estudantes de medicina da universidade americana, mostrou que com a ajuda de "Stayin' Alive", lançada em 1977, eles mantiveram as compressões em 109 BPM, mais rápido que o ideal, mas no limite aceitável. A música já tem sido usada pela Associação Americana do Coração para treinar médicos de emergência há dois anos.


NOTA DO EDITOR: Queria ver eles fazerem o CPR com a música do Créu, Pocotó, Dança do Quadrado.... e outras "músicas" atuais.