terça-feira, 19 de maio de 2009

AS VINTE MAIS ANIMADAS DOS ANOS 80

Amigos, estou criando uma lista com as 20 músicas mais marcantes dos anos 80 e gostaria de uma ajuda de vocês. Envie email para esse que vos escreve (djed.uberaba@gmail.com) e mande sua sugestão. As vinte músicas mais votadas serão listadas e disponibilizadas para download neste blog.

Com esse resultado além de uma seleção única, vocês terão como montar um CD com a "nossa cara"

Aguardo todos vocês...

AS PARCERIAS MUSICAIS DE MICHAEL JACKSON

Ao longo da carreira, Michael Jackson também fez parcerias musicais. Algumas são bastante conhecidas; outras, nem tanto.Ainda adolescente, Michael e Roberta Flack cantaram juntos numa apresentação na TV americana, em 1974. A música chama-se "Free To Be... You And Me".No início dos anos 80, Paul McCartney e Michael Jackson formaram um dos mais bem-sucedidos duetos da história da música. Primeiro foi em 1982 com "The Girl Is Mine", do arrasador álbum Thriller. No ano seguinte, Michael retribuiu a participação em "Say Say Say", do disco Pipes of Peace, de Paul McCartney. Em 1985 a amizade acabou depois que Michael adquiriu em sigilo os direitos sobre as músicas dos Beatles.Em 1981, Michael Jackson fez dueto com Freddie Mercury, com quem gravou "There Must Here Must Be More to Life Than This" e "State of Shock". Esse dueto é pouco lembrado e a gravação é rara e nunca foi lançada oficialmente.Em 1984, Michael era o líder dos The Jacksons quando gravou novamente "State of Shock". Dessa vez em dupla com Mick Jagger. A música fez parte do álbum Victory.Também em 1984, a gravadora Motown lançou o álbum Farewell My Summer Love, com gravações feitas originalmente em 1973. Entre elas estava o dueto com Siedah Garrett na faixa-título. Detalhe: esse disco seria lançado em 1974, porém o sucesso que Michael fazia à frente do Jackson 5 acabou cancelando o lançamento. A Motown remixou as músicas para que tivessem um som mais parecido com os anos 80.No álbum Bad, de 1987, Michael e Siedah Garrett gravaram a faixa "I Just Can't Stop Loving You". Siedah Garrett era cantora de estúdio de Quincy Jones.Em 2002, uma apresentação inusitada reuniu Michael Jackson e Britney Spears no Video Music Awards, interpretando "The Way You Make Me Feel".

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

NÃO FAÇO FESTA À FANTASIA COM TEMA DE FAROESTE

Um casal britânico renovava seus votos de casamento em uma festa à fantasia quando foi surpreendido por policiais armados, segundo informa nesta quarta-feira a agência AFP.

Os cerca de 80 convidados de Roy e Val Worthington usavam chapéus e portavam armas de brinquedo na ocasião.

O grupo se divertia na festa em estilo faroeste, na noite do último sábado, quando policiais armados, usando coletes a prova de balas e até um helicóptero, cercaram o pub Moira Arms, em Castle Donington, Leicestershire.

De acordo com Val, alguém teria ligado para a polícia relatando que havia pessoas armadas no local. "Suponho que eles estivessem certos em responder, mas foi um pouco além do necessário", disse.

A polícia de Leicestershire defendeu sua ação. "As pessoas precisam se lembrar que é um crime carregar uma arma de fogo, seja verdadeira ou imitação, em um local público. Elas deveriam ter isto em mente quando se fantasiaram", afirmou um porta-voz da polícia.


Do Editor: se fosse no Rio, as armas não seriam de brinquedo... se fosse em Uberaba seriam (mande sugestões que publico... kkkkkkkkkkkkkkk)


terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Rádios de internet começam a pegar

Os rádios de internet, equipamentos que tocam as emissoras da web, já estão se popularizando.
Usados em redes sem fio, sobretudo Wi-Fi, esses rádios não precisam de computador para buscar as emissoras na internet: eles se conectam diretamente, pelo roteador. Há muitos modelos desse tipo na CEbit, em Hannover, a maior feira de tecnologia do mundo.
Entre as opções interessantes da CEbit há o Phoenix Wi-Fi Radio, da empresa francesa Phoenix, que pode ser usado em redes b e g; o Roku Network Music Player e Internet radio, da Roku, companhia de um inventor americano, e o InFusion, da empresa australiana Torian Wireless. A Torian, aliás, faz até componentes para outros fabricantes de hardware adicionarem a função de rádio de internet a seus equipamentos.
Muitos desses rádios pedem o reforço de caixas acústicas ou integração com sistemas de home theater, mas também já há opções com as caixas acopladas. É o caso, por exemplo, do InternetRadio 1, da empresa alemã TechniSat. Assim, a mobilidade passa a ser total dentro do ambiente da rede.
A capacidade de esses rádios fazerem uma revolução na maneira de transmitir e ouvir música é enorme. As oportunidades para rádios ultra segmentadas e muito mais interativas vão explodir.
No Brasil, evidentemente, isso pode demorar um pouco, porque as redes sem fio domésticas ainda não se disseminaram tanto fora do mundo dos early adopters. Mas, como tudo, é só uma questão de tempo. A Pinnacle já está até atuando nesse mercado no país, com um rádio de internet que sairá em breve.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

As marchinhas de carnaval

Lendo o Jornal da Manhã deste domingo me deparei com um artigo muito interessante que falava sobre as marchinhas de carnaval. Como é rico em detalhes, tomei a liberdade de editá-lo neste espaço, com o crédito do autor, para a apreciação de meus leitores.

Mozart Lacerda Filho (*)

Estimado leitor, houve um tempo em que o carnaval – festividade que está se aproximando – não se limitava a tocar as enfadonhas músicas baianas e congêneres; as marchinhas dominavam a cena. Perdoe-me aqueles que apreciam o carnaval de hoje, mas não abro mão das velhas músicas, que, infelizmente, não são mais tocadas, senão em raríssimas e honrosas ocasiões.

Da ascensão e do declínio do gênero carnavalesco tratarei noutra ocasião. Hoje, quero comentar algumas marchinhas que se tornaram verdadeiros clássicos, para que, de alguma forma, não as deixemos morrer.

Começarei pela composição da maestrina Chiquinha Gonzaga Ô Abre Alas, de 1899, considerada a primeira marcha feita exclusivamente para o carnaval. Segundo alguns autores, a composição teria sido feita a pedido de alguns componentes do Cordão Rosa de Ouro. Outros afirmam que a compositora deu acabamento a antigas canções folclóricas, cantadas em rodas. OÔ Abre Alas, quando era executada, incendiava imediatamente o salão. fato é que

Joubert de Carvalho, músico uberabense, compôs Pra Você Gostar de Mim (Ta-hi), gravada por Carmem Miranda em 1930 em vinil de 78 rpm. O Ta-hi não estava na letra original, e foi acrescentado posteriormente. Joubert de Carvalho já havia composto algumas outras canções. Mas, ao apostar na iniciante Carmem Miranda, teve seu talento reconhecido nacionalmente, uma vez que o disco vendeu 35.000 cópias em apenas um mês.

Em 1932, o carioca Lamartine Babo compôs Linda Morena e o sucesso foi tal que, três meses depois, estreava no teatro Carlos Gomes, no Rio de Janeiro, o show homônimo, que bateria recordes de bilheteria. Segundo algumas fontes, essa foi a música que inspirou o compositor Braguinha a escrever, mais tarde, os versos de Linda Lourinha, outro clássico indiscutível do gênero carnavalesco.

Do mesmo Braguinha, mas em parceria com Noel Rosa, Pastorinhas representou uma guinada nos rumos que as marchas estavam seguindo. De ritmo mais lento, inaugurou o estilo marcha-rancho, inspirado na cadência do Rancho das Pastoras, que desfilava sempre no Dia de Reis, no Rio de Janeiro.

Jararaca e Vicente Paiva lançam, em 1936, um dos ícones dos bailes de salão. Não há um único folião que não cante de cor Mamãe Eu Quero. A marchinha surgiu numa época em que o gênero se firmava definitivamente como um dos ritmos carnavalescos por excelência. O tom irônico, humorístico e malicioso agradou em cheio aos amantes das marchinhas.

Graças a uma interpretação primorosa de Orlando Silva, o cantor das multidões, A Jardineira, marcha de origem bastante discutida, obteve o segundo lugar no concurso carnavalesco promovido pela prefeitura do Rio de Janeiro,or Orlando Silva, a marchinha também fez sucesso no cinema, sendo a principal canção do filme Banana da Terra, lançado no ano segu em 1938, e foi eleita a preferida dos foliões. Interpretada de novo pinte.

No carnaval de 1941, Aurora, de Mário Lago e Roberto Roberti, ganhou extrema popularidade, tanto nas ruas quanto nos salões. Interessante observar que a letra (Se você fosse sincera / ô, ô, ô, Aurora / veja só que bom que era / ô, ô, ô, Aurora / Um lindo apartamento / Com porteiro e elevador / E ar refrigerado para os dias de calor / Madame antes do nome / Você teria agora) expressa um dos mais antigos dilemas do comportamento humano: a mulher infiel, que perde sua condição de pessoa séria e, consequentemente, se vê obrigada a abrir mão de algumas mordomias.

Evidentemente, há muitas outras marchinhas que mereceriam estar arroladas acima e acho que um segundo artigo, ao menos, se faz necessário. Aguardem.

(*) doutorando em História e professor do Colégio Cenecista Dr. José Ferreira e da Facthus; mozart.lacerda@uol.com.br




quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

The Beatles é eleito o pior nome de banda da história

Você já parou para pensar o que significa o nome da sua banda predileta? Não importa se é em inglês ou em português, sempre tem uma banda cujo nome não faz o menor sentido.

Pensando nisso, o site da revista Guitar World listou os dez nomes de bandas mais estúpidos de todos os tempos. De acordo com o site, os nomes listados são aqueles que fazem qualquer fã se indagar: "Que diabo eles estavam pensando?".

A lista é liderada pelos Beatles (Sim, é isso mesmo). O nome da banda, que é uma brincadeira com as palavras "beat" (batida, em inglês) e "beetles" (besouros), foi classificada pelo site da Guitar World como um "trocadilho barato".

O segundo lugar ficou com a banda Limp Bizkit, que quer dizer "biscoito molhado". "O nome é tão ridículo que até o vocalista Fred Durst quis mudá-lo", diz o site.

A lista traz ainda outros grupos clássicos como Yes, Toto e The Band. Além de alguns termos agrupados, como bandas com nomes de lugares (Boston, Europe, Asia e Chicago), órgãos sexuais femininos e masculinos (Nashville Pussy, Bush, Throbbing Gristle e Revolting Cocks) e nomes escatológicos (Butthole Surfers, Fudge Tunnel, Butt Trumpet). Confira a lista completa no site da revista Guitar World (em inglês).

Como não há nomes de bandas nacionais na lista, o Yahoo! Brasil listou as dez bandas nacionais com os nomes mais nonsense. Confira:

Afrodite Se Quiser
A banda feminina fez sucesso nos anos 80 com a música "O Que Que Ela Tem Que Eu Não Tenho?". O significado não se sabe, mas o nome é ruim de qualquer forma...

Skowa e a Máfia
Outra pérola dos anos 80, a banda tem uma explicação: Skowa era o vocalista do grupo e Máfia, bem, o resto da banda. O hit de maior sucesso foi "Atropelamento e Fuga".

Que fim levou o Robin?
O grupo de techno-pop surgiu na década de 90 e só lançou um disco. A música que leva o nome da banda sugere que o parceiro do Batman teria se mudado para o Brasil e virado um go-go boy. Então tá!

NXZero
Segundo a própria banda o nome é algo como "nexo de nada ou sem nexo". Entendeu?

Pato Fu
A banda mineira liderada por Fernada Takai é um alusão a uma tira em que o gato Garfield lutava gato-fu.

Canto dos Malditos na Terra do Nunca
A banda baiana de rock alternativo durou pouco. O nome do grupo seria uma referência aos livros "Canto dos Malditos", de Austregésilo Carrano Bueno e "Terra do Nunca" (Neverland) do personagem Peter Pan, do autor inglês J. M. Barrie.

P.O.Box
A banda fez sucesso com a música "Papo de Jacaré", e a letra é tão nonsense
quanto o nome do grupo.

Biquini Cavadão
A banda teve seu auge na década de 80 e o nome teria sido sugestão de Herbert Vianna.

Nove Mil Anjos
A banda de Júnior Lima, irmão e ex-parceiro da cantora Sandy, acabou de lançar seu primeiro álbum. O número nove significa renovação e o anjo é um símbolo bonito. Ah....

Paralamas do Sucesso
É uma das bandas de maior sucesso do rock nacional e o nome, bem, é apenas engraçado.



quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Lançamento e recepção

"Touch Me I'm Sick" foi lançado em 1 de agosto de 1988 como vinil de 7 polegadas e foi o début do Mudhoney. Inicialmente, a Sub Pop lançou 800 cópias em vinil marrom-café, 200 cópias em vinil preto e algumas variadas cópias do single em vinil colorido,[14] cujos números de lançamento limitados foram inspirados por outro selo indie, a Amphetamine Reptile. Os donos da Sub Pop, Bruce Pavitt e Jonathan Poneman, argumentaram que o estoque limitado aumentaria a demanda, e utilizaram diferentes cores de vinil a fim de racionar mais edições limitadas e ampliar a atração do single como item de colecionador.[14] O disco, que saiu em um saco de papel branco sem uma capa, tinha uma inscrição no A-side: "O que a palavra 'crack' significa para você?". O adesivo do B-side mostrava a figura da privada que mais tarde se tornaria a arte de capa da segunda edição do single.[15]

Segundo Pavitt, "Era apenas uma edição limitada, talvez 800 cópias, mas pessoas de todos os Estados Unidos começaram a ficar alucinados com isso. Pessoas que nós realmente respeitávamos".[16] O single era um sucesso indie em Seattle, e "Touch Me I'm Sick" se tornou a canção mais conhecida do Mudhoney.[1] Quando perguntado em uma entrevista sobre os números de vendas do single, Turner respondeu, "A primeira [edição vendeu] 1.000, depois 3.000 da re-edição, então ficou fora de catálogo por um tempo; depois eles fizeram mais 2.000 e essas provavelmente já foram".[17] O sucesso do single pegou a banda de surpresa; Arm inicialmente havia repudiado a canção como um "B-side às pressas".[9] "Touch Me I'm Sick" e o B-side "Sweet Young Thing Ain't Sweet No More" foram depois incluídos nas compilações da banda, Superfuzz Bigmuff Plus Early Singles (1990) e March to Fuzz (2000).